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OS BENEFÍCIOS DA ENERGIA RENOVÁVEL NA CONSTRUÇÃO CIVIL


A demanda energética no Brasil e no mundo, de forma geral, apresenta um aumento gradativo ao longo dos anos e isso está ligado diretamente à forma como o padrão de vida tem-se estabelecido, crescendo sobre uma estrutura de dependência energética que vem sido suprida pela humanidade com formas insustentáveis de fornecimento.

Em contraposição a esse cenário, estão as energias renováveis que são vindas de recursos naturalmente reabastecidos e não apresentam o cenário de futuro incerto. São algumas delas:

I. Energia Eólica.

II. Energia Solar.

III. Energia Geotérmica.

IV. Energia das Ondas e Marés.

V. Energia da Biomassa.

A grosso modo, o quadro vem melhorando no que diz respeito ao aumento da participação de renováveis na matriz energética brasileira, que passou de 39,4%, em 2014 para 41,2% em 2016 de acordo com a EPE (empresa de pesquisa energética). Nesse contexto, a construção civil ao longo dos anos também vem deixando de lado seu histórico de poluição para abraçar esse avanço.

É cada vez mais comum adotar medidas sustentáveis na construção civil, desde as mais singelas como priorizar ventilação e iluminação naturais até as mais elaboradas, como construções projetadas para depender exclusivamente de energia solar por meio de placas fotovoltaicas. Essa tendência é consequência dos benefícios do uso de energias renováveis na construção civil, diretamente ligados a sustentabilidade e economia.

É possível pontuar tais benefícios por meio de dois exemplos:

I. Energia de Biomassa

Aproveitamento dos resíduos sólidos de madeira da construção que são gerados em grandes quantidades e podem ser empregados no processo de produção energética de biomassa, colaborando acentuadamente no que diz respeito a evitar o descarte irregular do material, a diminuição no consumo de combustíveis fósseis ao reduzir as distâncias com transporte de matérias-primas, a aumentar a diversidade de utilização da energia renovável e a abrir possibilidades para novos ramos de negócio ao mesmo tempo que leva eletricidade.

II. Telhado Verde

O uso acentuado de sistemas artificiais de refrigeração das construções, em consequência à crescente utilização de asfalto e cimento que impermeabilizam superfícies e diminuem a absorção de umidade, pode ser encurtado por meio do uso de telhados verdes, uma vez que a absorção da radiação pelas plantas contribui para reduzir possíveis variações térmicas. A consequência disso é que esse tipo de telhado torna-se benéfico tanto para manter regiões frias mais aquecidas como para manter o ar fresco em regiões quentes. Além disso, o processo de fotossíntese das plantas também contribui na redução do efeito estufa por meio da absorção de CO2 e “Pode acarretar [a cobertura vegetal] em uma cobertura mais pesada do que as convencionais, o que implica na verificação ou, eventualmente, reforço da estrutura já existente” (FREITAS, 2007, p. 4).

Autora: Kamilla Pêgo

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